À volta, andando à roda, rondando
numa teimosia de barata
fazendo do lixo um luar de Agosto.
Que mau gosto...
Ou então, à espera à porta
numa esperança de condenado
fazendo da porta uma fronteira
Que toleira...
Ou então à espera do acaso
numa expectativa de aranha na teia
fazendo do acaso uma certeza
Que etreiteza...
Porém:
os terremotos agitam tranquilidades,
os vulcões acenam novidades
e os deuses prometem paraísos!
A hora é de movimento,
não é de permanência.