Somos o que pensamos, o que sentimos
o que imaginamos ser?
Vemos,
mas não por detrás do que nos é dado ver.
E, de repente, tudo muda,
a força transforma-se em fraqueza,
a dúvida renasce da certeza
e as formas são apenas formas
que escondem as essências.
A força das mãos confronta-se com a sensibilidade dos pés.
Não somos nem o que pensamos
nem o que sentimos,
nem o que imaginamos ser.
Somos o que deus, ou diabo,
de nós, resolveu fazer!