"Por isso é que eu lhes falo em parábolas; porque eles vendo, não vêem, e ouvindo não ouvem, nem entendem." -(Mateus, XIII: 10-15)
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
aqui
Pode a porta estar aberta,
O vento soprar ciclone...
A corrente não se quebra
Nem o tempo te liberta!
Vives aqui.
existência
Nem faz falta
Nem faz som
Nem se ouve
Nem se vê.
Existe?
Nem que exista...
O que conta é o que se sabe
O que importa é o que se toca.
Se existe,
não se da por nada.
Existência nula.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Associações
Deus - é pena
Vida - é esperança
Dor - é permanência
Engano - é ter paciência
Esperar - é desespero.
Céu - morada de anjos
Inferno - esta loucura
O Diabo - é estar aqui
Perdido - é da lonjura.
Ilusão - é conveniência
Pensamento - é ilusão
Vinho - libertação
Amor - é consistência.
Palavras - estão no vento
Ouvir - não é escutar
Escrever - passar o tempo
Morrer- é o que está a dar!
Vida - é esperança
Dor - é permanência
Engano - é ter paciência
Esperar - é desespero.
Céu - morada de anjos
Inferno - esta loucura
O Diabo - é estar aqui
Perdido - é da lonjura.
Ilusão - é conveniência
Pensamento - é ilusão
Vinho - libertação
Amor - é consistência.
Palavras - estão no vento
Ouvir - não é escutar
Escrever - passar o tempo
Morrer- é o que está a dar!
Nevoeiro
Âncora içada, soltas as amarras,
vai-se afastando lentamente,
num nevoeiro de tempo, tão ausente.
Na beira do paredão do cais,
já debruçado, meio corpo sobre a água,
estico so braços, tento deitar a mão,
quase a cair no mar, da minha mágoa
que cresce por dentro da emoção.
O barco desliza, balanceia, não para
como se os barcos fossem feitos para ser livres!
Leva de mim mais do que me trouxe
depois de me trazer mais do que jamais tivera.
Progressivamente a neblina cresce,
já tudo mal se vê e mal se ouve.
Olho em frente e já não vejo o cais
e já nem sequer ouço qualquer som.
O tempo engoliu o mundo.
Sem mundo, já não pertenço ao tempo,
Apenas sentimento é o que sou.
vai-se afastando lentamente,
num nevoeiro de tempo, tão ausente.
Na beira do paredão do cais,
já debruçado, meio corpo sobre a água,
estico so braços, tento deitar a mão,
quase a cair no mar, da minha mágoa
que cresce por dentro da emoção.
O barco desliza, balanceia, não para
como se os barcos fossem feitos para ser livres!
Leva de mim mais do que me trouxe
depois de me trazer mais do que jamais tivera.
Progressivamente a neblina cresce,
já tudo mal se vê e mal se ouve.
Olho em frente e já não vejo o cais
e já nem sequer ouço qualquer som.
O tempo engoliu o mundo.
Sem mundo, já não pertenço ao tempo,
Apenas sentimento é o que sou.
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