Caminhos que já foram,
que se vêm lá atrás, ao longe
que existiram, um dia,
mas agora não.
Nem voltarão!
Rios de palavras ditas,
que se ouvem na lembrança do pensar
e que jorraram da nossa própria boca.
Mas agora não.
Nem mais se ouvirão!
Pensamentos que se cruzaram
e se lembram na distância da recordação.
Que fizeram sentido.
Mas agora não.
Nem mais se produzirão!
No monitor do tempo,
vês de onde vieste, não vês para onde vais.
O que foi, não é e não será:
É esta, pois,
a terra do nunca mais.

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