Lá numa ponta o sim,
na outra o não,
liga-as o árduo caminho da indecisão.
Saber porquê ou porque não,
não cabe na razão, tão só na emoção.
Na ponte suspensa, que balança ao vento
não há passos firmes
e certezas só duram um momento.
Saltita o andar duma ponta à outra,
e em cada passo/salto que se dá
muda o sentido:
porque sentido nem sequer há.
Indifrente à ponte.
lá em baixo, o rio,
não tem dúvidas sobre o seu caminho!
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