
O adeus, o abraço
as lágrimas que espreitam e deslizam.
Talvez...
porque Deus quis.
Adeus, abraço
e a compreensão do impossível.
O impossível que cai como uma pedra feita chuva
que esmaga e destrói.
E dói.
Talvez...
porque deus quis.
O rumo é a distância
distância física
distância sentida, face ao futuro antes projetado.
Lá vai
As lágrimas espreitam e deslizam.
Talvez...
porque Deus quis.
E contra Deus, não há maneira.
Não há volta a dar.
Porque Deus não ladra, morde!
Foi.
Como se fosse carta, como se tivesse um endereço.
Sem poder de decisão.
Adeus.
Abraço.
Lágrimas.
Talvez,
porque Deus quis.
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