Por todo aquele espaço!
(E não é terreno, nem rio nem mar nem céu...)
Brincam as almas.
Saltam, corem, riem-se,
tropeçam na alegria que constroem.
e caem sem qualquer som de dor.
Gargalhadas entre sons de água que corre e que não há,
entre chilreios de pássaros que também não há,
múrmúrios de água a correr, mas não há rios nem fontes
e, muito menos, mar.
Sensações apenas.
Desprovidas de corpo.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Comenta aqui!