Invento uma história para contar,
invento um pedido para fazer,
invento que preciso de saber...
Invento uma foto para mostrar.
Invento a razão que não tenho, para falar,
invento o que não preciso de dizer,
invento a necessidade de explicar
o que nada tem para se entender.
E faço disto um jogo de brincar,
um jogo em que só joga um jogador.
Por vezes é um jogo que faz dor
outras um jogo de encantar.
Jogo sozinho, eu sei, mas que interessa,
se o jogo me diverte e me faz bem?
Não haverá nada nem ninguém
que este jogo de jogar me impeça!
E invento que este jogo jamais há de acabar,
como se no Mundo houvesse eternidade!
E vou jogando...Jogando, sem parar
sem já saber se é jogo ou realidade...
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