Foi quando te deitei no caixote
e fui embora.
e depois a tampa saltou
e tu voltaste.
Depois atirei-te ao mar
para te afogar.
Mas um peixe que passou
trouxe-te à costa e te salvou.
Fiz cova na areia e enterrei-te
nem a cabeça ficou de fora.
Mas veio o vento e encontrei-te
de pé e vivo como outrora.
Peguei no carro e atropelei-te
as rodas esmagaram os teus ossos
tenho a certeza porque ouvi,
Só que, paassado pouco tempo, eu avistei-te
numa esplanada de cerveja e tremoços
sorrindo feliz de estares ali.
Desisto, pois, de te terminar.
A tua resiliência sobrepóe-se a tudo!
Assim resignado a ter de continuar
a crer que és Deus
que desceu ao Mundo.
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