Percorro o tempo
em pensamento,
relembro lutas, trabalhos, esperanças
projectos e mudanças.
Vejo as semnetes que plantei e não germinaram,
as palavras que escrevi e não viraram livros,
as luzes que acendi mas que a noite não apagaram
a esperança adormecida apesar dos gritos.
E vejo-te a ti.
Supostamente, minha construção.
E o que sinto é deceção.
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