Percorres o tempo
sem dares pelo tempo que passa
inebriado nos turbilhões do presente
esquecido que o presente não é sempre
e que nem o futuro é permanente!
Vais andando, correndo, brincando, lutando...
Levas contigo a força do querer
do querer sentir
do querer fazer
do querer viver
julgas que a força faz parte do teu ser!
E eis que num momento,
olhas em frente,
levantas o nariz do pensamento:
e dás com ela .
Enorme, robusta, negra,
alta de não se ver o topo.
Não dá para trepar,
não dá para derrubar.
Não dá p'ra regressar.
Percebes, então, assim,
que atingiste o fim..
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