Feitos de identidades,
somos desconhecidas entidades.
A cortiça protege e esconde.
O que vemos, é só o que mostramos.
o "eu" de cada um,
está, não sabemos onde.
Por isso, mesmo quando penso que te sei,
quando acho saber ler até nas entrelinhas,
há sempre lugar à incerteza.
Tenho só a certeza do que dei,
O que recebi , não sei se tinhas,
ou se imaginei.
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