Que se agitem as folhas, que a poeira suba no ar,
mas já não há vento!
Que a terra empape de água onde os pés se afundam,
mas já não há chuva!
Que a pele se escalde, avermelhe, arda, de tanta exposição,
mas já não há sol!
Que a noite tenha brilho, e contilem as folhas cobertas do orvalho,
mas não há mais luar!
Que cresçam os dias e as plantas e nós,
mas já não há vida!
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