Caminhando, percorrendo o tempo,
tempo que julgava seu.
E o caminho.Também seu.
Olhando em volta:
como se possuisse o mundo,
e as estrelas fossem suas
e mais o mar
e a terra
e as plantas
e os animais.
Numa certeza de incertezas assumidas,
Num acreditar de ilusões construidas.
Ganhando fôlego e força para novas aventuras,
enchendo a alma de realidades de fututo,
levava a alma cheia, a transposdar de esperança
alegre, aos saltos, como qualquer cirança.
Pesado de esperanças e convicções,
olhva o sol e achava-o pequenino,
Como se o que transportava fosse maior que o sol
maior que o mundo
até maior, que o Universo inteiro.
Foi então,
qude repente, à esquina dum nevoeiro
deixou de ver.
E sentiu-se estranhamente leve.
Uma leveza repleta de vazios desconhecidos.
Olhou, então, a alma,
e reparou que estava rota.
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