que por aí se espalham e se perdem.
Como se nem sequer tivessem importância.
Desligados uns dos outros,
criam distância.
Morrem.
Não tem
culpa o vento, nem a chuva
Nem o sol, nem, tão pouco o tempo.Talvez o breve instante de um tremor de terra
Irrefletido, despreocupado.
Seguem o trajeto
do destino,
levados por
águas e por ventos,Erodindo-se em caminhos impensados.
É talvez
esta mesmo a lei geral do universo:
a entrópica
vitóriaderrubando a utopia.
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