Era uma vez uma rapariguinha estúpida, que não se cansava de o ser. Gemia de dor, cada vez que um pensamento lhe estalava no cérebro, mas claro, era sempre um pensamento inviável, não obstante o estalo.
Ora acontece que a vida de um estúppido é sempre um risco permanente, mesmo que o próprio não se aperceba do perigo que a sua estupidez lhe faz correr.
E assim, de risos em risco, de perigo em perigo, a rapariguinha logicamente e com todas as probabilidades decorrentes do seu handicap já descrito, morreu em poucos anos.
Mas deixou saudades.
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