sábado, 16 de maio de 2015

Por cima de mim,um pouco de céu. Mas näo está cá todo. Não cabe no espaço que os telhados permitem.De resto, é sempre assim. Sempre aparece alguma coisa para limitar o alcançar da plenitude. Por vezes, é fácil perceber que seja aasim, como é caso do céu e dos telhados. Mas, as mais das vezes, não é. Hoje, bate-me de novo no sentir um pedaço de gelo que me impossibilita a plenitude da serenidade. Mas neste caso é difícil perceber. E não peeceber, torna o gelo particularmente frio.

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