Foi assim que achei que não
Deixou de haver ouvidos para as palavras
e deixaram de precisar de ser ditas.
Deixou de haver olhos para as surpresas
e deixou de precisar de haver surpresas.
Deixou de haver sons para a música
e deixou de precisar de haver música.
À noite, as luzes dos pirilampos;
o som das águas do rio;
o piar duma ave que não vemos;
o maravilhoso luar que tanto encanta;
E de dia a fantástica luz do sol;
o rufar do vento;
o alegre pulsar da vida nas crianças a brincar;
o imparável movimento;
todos os sons, todas as cores, toda a luz e as sombras que ela gera;
....Um pouco mais do mesmo, todos os dias!
Não vejas nada, fica dentro do teu ecrã!
saboreia a monotonia de ti
e do que tens por dever fazer.
Que eu, por mim, acho que não!
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