Pesa-me o peso do nada
o fardo dorido da ausência
curva-me, verga.me,destrói-me
rasga-me mais que uma faca
quebra-me a noção do eu.
Este nada que é tsunami,
não vejo que vem, mas vem
sinto que vem sem o ver,
invade a minha consciência
corroí a própria existência
de mim.
Nada, ausência, que antecipo,
que sei que me vai matar....
Mas...
talvez não deixe, quem sabe?
Talvez me antecipe e me termine
antes do nada chegar!
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