São passos, que vão, areia fora,
pelo tmpo dentro, sozinhos, marcados.
Esperando encontros.
Mas não.
O caminho é longo,
sem horizonte que se veja,
sem ninguém ao pé
sem ninguém ao longe.
Não há sequer o som.
Só nevoeiro e marcas de pés que vão ficando
enquanto se caminha.
Nãp chega ninguém, neste deserto.
ninguém ao longe
ninguém ao perto.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Comenta aqui!