Passos sem som.
Dum caminhar despercebido.
Sem deixar marcas.
Sem fazer história.
Caminhos à luz de velas,
(sombras ameaçadoras ao virar de cada esquina)
caminhos que são vielas
e que dão medo.
Não há ninguém,
porque o mundo está do outro lado:
aqui é só o espaço
entre o que há e o que não há.
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