Águas tranquilas e pássaros a cantar,
sóis de calor abraçando as almas,
estrelas impedindo o escuro das noites,
vozes a matar os vazios dos silêncios podres.
Crianças saltando a espantar rotinas,
ondas do mar a salpicar desertos,
infinitos de côr, de luz, de cheiros quentes
danças de roda em redor da vida.
E de repente uma pedra
da dimensão do tudo,
cai.
E esmaga o tempo.
Gritos demoram não mais do que um segundo!
Acabou o mundo.
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