sexta-feira, 17 de julho de 2015

Fim

Águas tranquilas e pássaros a cantar,
 sóis de calor abraçando as almas,
 estrelas impedindo o escuro das noites,
 vozes a matar os vazios dos silêncios podres.

 Crianças saltando a espantar rotinas,
 ondas do mar a salpicar desertos,
infinitos de côr, de luz, de cheiros quentes
danças de roda em redor da vida.

 E de repente uma pedra da dimensão do tudo, cai.
E esmaga o tempo.
 Gritos demoram não mais do que um segundo!
 Acabou o mundo.

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