Esperas, tranquilamente, pelo sol.
A noite passa, devagar
contas o tempo, hora a hora,
minuto após minuto
dás um salto e gritas:
"deve ser agora!!!!"
Mas o céu está negro
o horizonte negro
a vida, se vive, não se vê.
passou o tempo como se não passasse.
Nada mudou.
Olhas em volta... procuras...
Mas não há luz pra que se veja.
Tentas então ouvir,
e ouves o vento que se cala
e não te diz.
O silêncio da noite inunda o dia
se é que há dia, quando o dia iguala a noite.
Talvez tenha morrido, o tempo...
Ou talvez...
que estejas morto tu.
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