terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O nada

Fumo.
Sem cor,
com peso, com dor.
Fumo que desce, e fica.
E faz fechar os olhos
numa escuridão de pálbebras pesadas
cansadas
desajustadas.

Música que se faz de notas
envergonhadas,
sem som.
Apenas pontos negros
espalhados num espaço absurdo de 5 linhas...
E 4 espaços, enormes.

A vida. O nada,






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