sexta-feira, 3 de junho de 2011

Whisky

Com um copo numa mão
uma garrafa na outra
o fado nos ouvidos
o sono reencontra a paz
que o alerta faz perdida.

Vem beber comigo, diz que sim!
Encho o teu copo e tu o meu
e no mundo de Baco navegamos
em estradas com sentidos proibidos.

Com uma garrafa numa mão
e um copo na outra,
brindamos ao que já fizemos
e àquilo que temos p'ra fazer!
E trocamos de copos, para sentirmos
a forma como sente cada um.


Com um copo numa mão
uma garrafa na outra mão
só fica livre a boca p´ra falar.
Mas falar o quê, se os olhos dizem tudo?
Bebamos então.
Palavras são demais.
Palavras estragam o o éter do sentir.

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