Passos perdidos, num tempo morto de pedras podres.
Passos que passam sem passar e pisam maceram, marcam,
sem objectivo e sem destino.
Passos que marcam passo.
Todos os relógios do mundo pararam.
Não há presente porque deixou de haver futuro.
Vivemos no ontem.
Já não somos:
éramos.
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