Ovelhas à solta
árvores retidas por raízes tentaculares.
E no espaço, por cima das cabeças,
as estrelas:
brilhando mortas, sorrindo mortas., piscando assinalando a morte.
Ovelhas inconscientes,
que se passeiam por entre as prisões da vida,
ignorando a realidade da paisagem estática,
do passar estático do tempo,
da Vida feita pedra imóvel de tão pesada para mover-se.
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