Gigantescos novelos de linhas enbrulhadas
em que os dedos não conseguem,
os olhos não conseguem,
nem sequer o pensamento.
Cortar tudo,
destruição total.
Travões a fundo!
Alguma coisa pode correr mal...
No caos do existente
a esperança do que pode vir a ser:
uma pequena luz, que pode virar estrela,
um suave tom, que pode virar cor,
um vago imaginar, que poderá vir a ser certeza.
Talvez, afinal, nada.
Linhas em tremenda confusão
sem solução.
Que seja pois, o que tiver de ser!
O que o destino tiver por necessário...
Eu estarei cá
para
eventualmente
ver.
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