Jorra o sangue,
vermelho, intenso, grosso,
da carne rasgada pela ferida
aberta e exposta.
E corre, e grita,
grita o sangue e geme a carne,
numa orgia de morte
intensa e louca.
Num tempo que se tornou opaco,
iluminado pela luz negra do sol
que não aquece:
arrefece e esconde.
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