Há um caos
abrangente, determinante, dominante,
que transforma ideias em rascunhos
que enche caminhos de lama
e destrói destinos.
Um caos feito de coisas que não são,
um caos que nasce da mentira
um caos cozinhado em cozinhas bafientas
de cozinheiros decrépitos.
Estradas que já não conduzem a lado nenhum,
passos que se perdem de andar à volta, em voltas repetidas
como se andar fosse só isso, andar!
Andando vamos, pois,
mas sem irmos a lado nenhum
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