Quero guardar -te numa caixa,
que eu possa transportar,
olhar, tocar,
sabendo que és tu.
Para que nos dias mais cinzentos,
naqueles dias em as flores murcham por serem vistas
e o mar escurece em tonalidades de naufrágios;
naqueles dias em que a lógica da Vida se transforma em ilógico tornado,
eu te possa tirar cá para fora
olhar para ti e não ver mais o resto.
Disparate? Absurdo?
Ora essa!?
Se até Deus que é tão grande cabe numa hóstia,
por certo caberás tu...numa caixinha!
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