Vivem num mundo pequeninho. Pensam em pequeninho.
Como aqueles aspiradores robôs que limpam o chão em volta, batem na parede, desviam, batem noutra parede e desviam, sem nunca perceberem que ao fim de algum tempo é sempre nas mesmas paredes que batem.
Não, de cada vez pensam que é uma parede nova e que estão dando respostas novas e adequadas a situações/paredes novas.
Depois, num seu mundo pequeninho, constroem muitas regras e leis e papéis, pequenihos, de importãncia pequenninha, no seu mundo pequeninho. E passam horas, e mais horas, dias e mais dias a construir as suas milhentas pequeninhas estratégias que hão-de transformar o seu pequeninho mundo num outro, em tudo igual ao anterior e seguramente ainda e cada vez mais pequeninho e apertadinho.
Mas é assim que se vão sentindo grandes.
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