Ele entrou "a matar". Os juízes e as privilegiadas férias; depois os professores e suas mordomias; depois os funcionários públicos em geral; e os polícias e sei lá quem mais.
O mundo estava para ser diferente. "Privilégios" nunca mais.
Sai o herói de cena, desamparado por aqueles que não perceberam o seu projecto audacioso e combativo.
Sai herói. Tnato mais que da incompreensão desses dez milhões de portugueses privilegiados, que se juntaram num complôt contra-natura para o derrubarem.
Assim se vê ao espelho.
No seu espelho que magicamente lhe mostra o que quer ver.
E tal qual Sebastião, anseia voltar, na próxima manhã de nevoeiro, para nos livrar a todos ....do FMI.
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