Desde o início desde blogue que foi uma das minhas intenções consegui-lo de alguma forma, intergeracional. Porque, continuo a pensar, que as barreiras que artificialmente vamos construindo e inventando entre gerações contradizem a essência dos sentimentos, que afinal, são transversais ao tempo.
Claro que, da mesma forma que não se idealiza o Mundo no século XXI da forma que se idealizava no século XIX, naturalmente que também de geração para geração, a concepção global do Mundo que se tem, apresenta variações, diferenças de interpretação, diferenças de sentir.
Mas lá por baixo, na essência do que somos, do que sentimos, é "muito mais o que nos une do que aquilo que nos divide!
Parece-me que os dois posts que se seguem, textos construidos por um jovem colega meu a quem pedi autorização para colocar neste meu blogue, mostram bem o que acabei de dizer, para além de, em minha opinião, serem muito agradáveis de ler e de sentir. Obrigado Pedro Azevedo!
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