domingo, 31 de julho de 2011

Levou tempo a perceber!!!

Foi preciso tempo demais, energias demais, confusão demais.
Finalmente a tutela percebeu duas coisas elementares:
a 1ª: Não há isenção possível, em termos de avaliação, quando o avaliador trabalha lado a lado com o avaliado e muitas vezes, trabalharam lado a lado durante longos anos. As cumplicidades, invejas, ou simples "parti pris" são inevitáveis. A seriedade do processo não é  assegurada.
a 2ª:  Não faz qualquer sentido  terminar um processo de avaliação docente já a pensar no processo que se lhe vai seguir. Avaliação, sobre avaliação, só serve para desgastar os intervenientes, tornar o processo numa rotina estúpida e sem qualquer objectivo prático real, e tem como consequência um estado permanente de mal estar nas escolas, um gasto permanente de energias desnecessário. A aposta na periodicidade da avaliação ser concordante com os ciclos previstos de transição na carreira, parece-me uma solução ajustada, tranquila e inteligente.
Nunca imaginaria escrever o que escrevo a seguir (não gosto do Nuno Crato!), mas, aí vai:
Parabéns a Nuno Crato e à sua equipa por rapidamente terem percebido duas coisas afinal tão óbvias e por terem decidido resolvê-las de forma expedita e inteligente!

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